É uma fraude em que o criminoso se apresenta como o advogado da vítima, ou como alguém do escritório, e pede um pagamento para "liberar" um valor que ela teria a receber em um processo.
A abordagem convence porque usa informações verdadeiras: número do processo, nome das partes, fotos e nome do advogado. Os processos são, em regra, públicos, e a OAB SP registra que os golpistas criam urgência e pedem depósitos a título de "custas, taxas ou validação financeira", sempre em contas de terceiros.1
A tecnologia tornou a encenação mais convincente: a cartilha nacional lançada em março de 2026 pela OAB SP, com a agência Lupa e o Jusbrasil, alerta para o uso de inteligência artificial na simulação de imagens, vídeos e áudios de advogados.2